por leonardo santos | maio 22, 2026 | Educação, Novidades
Na vida, às vezes começamos com poucas expectativas… mas com apoio, dedicação e oportunidades, podemos ir muito além do que imaginamos. 💙
João Pedro Ramos, aluno do curso de Educação Física – Bacharelado da UNIBRAS Montes Belos, iniciou sua trajetória acadêmica de forma tímida, sem grandes perspectivas. Porém, desde o início, a coordenadora do curso, Profª. Esp. Elaine Cristina dos Santos, enxergou nele um enorme potencial.
Com o apoio fundamental da intérprete Milva Mendes, que o acompanha desde o segundo período, João Pedro passou a explorar um novo universo: o da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da comunidade surda. Esse contato foi transformador — não apenas na comunicação, mas em toda a sua forma de ver o mundo.
Foi também nesse caminho que ele conheceu o futsal para surdos, onde encontrou uma nova paixão e uma oportunidade de crescimento. ⚽
Durante um evento, João Pedro foi descoberto por olheiros e convidado a integrar a Seleção Brasileira de Surdos. A partir daí, sua história ganhou novos horizontes: viagens internacionais, participação em campeonatos nacionais e internacionais e a conquista de diversas medalhas. 🏅🌍
Hoje, no sexto período do curso, João Pedro é um exemplo de superação, dedicação e evolução. Participa ativamente das aulas, desenvolveu significativamente seu potencial cognitivo e, acima de tudo, tornou-se um agente de transformação dentro da sala de aula.
Sua presença contribui diretamente para o crescimento dos colegas, promovendo a inclusão, o respeito e a troca de conhecimentos. Ele nos mostra, todos os dias, que aprender e ensinar ultrapassa qualquer barreira — inclusive a da comunicação.
💬 João Pedro não apenas constrói sua própria história, ele inspira todos ao seu redor.
Profa. Esp. Elaine Cristina dos Santos
por leonardo santos | maio 5, 2026 | Educação, Novidades
O compromisso com a transformação social moveu o Centro Universitário UniBRAS Montes Belos na última sexta-feira (30). Durante o Dia de Responsabilidade Social, realizado na Feira Coberta dentro do projeto Deputados Aqui, coordenadores e estudantes da instituição atuaram diretamente no atendimento à população, oferecendo serviços gratuitos e reforçando o papel da educação na promoção da cidadania.
O evento também foi marcado por um reconhecimento oficial ao impacto da instituição na região. A professora Sanmia Shun, Reitora do Centro Universitário, foi homenageada pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás com o Certificado de Mérito Legislativo, um reflexo do trabalho contínuo da unidade em prol do desenvolvimento regional.
Para a Reitora, o certificado simboliza a força de um projeto construído a muitas mãos:
“Esse reconhecimento reforça o que nos guia diariamente: a educação como ferramenta de justiça social e desenvolvimento humano. Divido essa honra com nossa equipe de coordenadores, professores e colaboradores, além da confiança de cada estudante. É esse esforço coletivo que nos permite fazer a diferença em São Luís de Montes Belos, formando profissionais que são, acima de tudo, seres humanos éticos e comprometidos com sua comunidade.”
Ao integrar ações práticas de serviço à comunidade com o reconhecimento institucional, o Centro Universitário UniBRAS Montes Belos reafirma seu propósito de ir além da sala de aula, atuando como um pilar de apoio e desenvolvimento para toda a sociedade.
por leonardo santos | abr 28, 2026 | Educação, Novidades
Na vida, às vezes começamos com poucas expectativas… mas com apoio, dedicação e oportunidades, podemos ir muito além do que imaginamos. 💙
João Pedro Ramos, aluno do curso de Educação Física – Bacharelado da UNIBRAS Montes Belos, iniciou sua trajetória acadêmica de forma tímida, sem grandes perspectivas. Porém, desde o início, a coordenadora do curso, Profª. Esp. Elaine Cristina dos Santos, enxergou nele um enorme potencial.
Com o apoio fundamental da intérprete Milva Mendes, que o acompanha desde o segundo período, João Pedro passou a explorar um novo universo: o da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da comunidade surda. Esse contato foi transformador — não apenas na comunicação, mas em toda a sua forma de ver o mundo.
Foi também nesse caminho que ele conheceu o futsal para surdos, onde encontrou uma nova paixão e uma oportunidade de crescimento. ⚽
Durante um evento, João Pedro foi descoberto por olheiros e convidado a integrar a Seleção Brasileira de Surdos. A partir daí, sua história ganhou novos horizontes: viagens internacionais, participação em campeonatos nacionais e internacionais e a conquista de diversas medalhas. 🏅🌍
Hoje, no sexto período do curso, João Pedro é um exemplo de superação, dedicação e evolução. Participa ativamente das aulas, desenvolveu significativamente seu potencial cognitivo e, acima de tudo, tornou-se um agente de transformação dentro da sala de aula.
Sua presença contribui diretamente para o crescimento dos colegas, promovendo a inclusão, o respeito e a troca de conhecimentos. Ele nos mostra, todos os dias, que aprender e ensinar ultrapassa qualquer barreira — inclusive a da comunicação.
💬 João Pedro não apenas constrói sua própria história, ele inspira todos ao seu redor.
Profa. Esp. Elaine Cristina dos Santos
por leonardo santos | set 16, 2025 | Educação, Noticias, Novidades
Inteligência artificial já é realidade em salas de aula, e docentes relatam suas primeiras impressões
Uma nova fronteira tecnológica vem marcando pesado o processo de aprendizagem, e colocando docentes e alunos a prova. A inteligência artificial é uma nova ferramenta que não se pode mais ignorar, e enquanto inicialmente professores verificaram o uso indevido de ferramentas como Chat GPT por alunos, hoje o uso da IA na Educação é um assunto bem mais amplo.
As ferramentas da IA na Educação são variadas, e quando bem utilizadas podem beneficiar o aprendizado de inúmeras maneiras. Para além da ideia de que a inteligência artificial é inimiga, as novas tecnologias podem ser aliadas em salas de aula. E quem é muito resistente às inovações pode ficar para trás, algo muito prejudicial tanto no mundo acadêmico quanto no profissional.
É pensando nesse novo horizonte de possibilidades e riscos que especialistas em Educação convidam docentes de todos os níveis a se ambientarem melhor com a IA. No Brasil, o MEC já tem iniciativas para incluir a inteligência artificial na Base Nacional Curricular Comum (BNCC), e em 2024 lançou o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), já de olho em metas para a inclusão das novas tecnologias.
Nacionalmente, o Piauí foi o primeiro estado a sair na frente, introduzindo a disciplina de Inteligência Artificial a partir do último ano do ensino fundamental e nos 3 anos do ensino médio. A iniciativa já é realidade em todas as escolas do estado desde o início de 2024, sendo o Piauí reconhecido pela Unesco como a primeira legislação do continente americano a incluir a IA como disciplina obrigatória e universal.
Especialistas indicam que a presença da IA na Educação pode atrair uma série de facilitadores na gestão das instituições de ensino, auxiliar na diminuição da evasão escolar e introduzir novas variantes e possibilidades à aprendizagem e qualificação profissional. No entanto, nada disso é possível de forma igualitária aos estudantes brasileiros se houver barreiras geográficas e financeiras à conectividade.
Para entender um pouco mais sobre essa nova perspectiva, conversamos com docentes do Ecossistema para compreender suas percepções sobre a correta introdução da IA na Educação, seus riscos e possibilidades.
O que queremos com a IA?
O pedagogo e docente da UniBRAS Digital, Rafael Moreira, defende que antes de apontar se a inteligência artificial é boa ou ruim para a área educacional, é preciso antes conhecê-la e entender seus mecanismos. Para ele, não compete necessariamente ao docente indicar como positiva ou negativa a efetividade da IA, mas sim se aprofundar na temática e compreender as possibilidades pedagógicas.
“Tem que se fazer uma vivência real no tema, uma imersão, para que o aluno entenda o que é aquela tecnologia. O professor não pode pensar que a inteligência artificial vai salvar o mundo. Nós precisamos saber sobre a intencionalidade, como funciona um aplicativo confiável e o que a IA pode demandar”, explica.
O especialista frisa que não se pode acreditar que a IA na Educação vai resolver os problemas que não foram resolvidos pelos “humanos”, mesmo porque, segundo ele, não se pode acreditar que a inteligência artificial está “pensando mais que nós”. É necessário refletir sobre as estratégias e os objetivos que se querem alcançar como um todo.
“Na verdade, a tecnologia está sendo programada para resolver coisas que nós estamos demandando. E a partir daí, nós precisamos ter essa relação muito proximal entre teoria, prática e a tecnologia. Hoje há quem entenda mais e outros menos sobre a IA, e isso estimula a criação de verdades e mitos sobre o tema”.
Ferramenta incomparável
Criar planos de aprendizagem personalizados, sugerir cronogramas, resumir tópicos complexos e até recomendar rotas de estudo a partir das dificuldades identificas pelo aluno. Essas são algumas das funcionalidades possíveis com o uso da IA na Educação, de acordo com o docente do Centro Universitário UniFACTHUS, Roberto Duarte. Mas eles explicam que o uso dessas plataformas merece também cautela.
“Como organizadora de estudos, a IA é incomparável. Também é uma excelente fonte de primeiras referências em pesquisa sobre temas desconhecidos, com apresentação de conceitos-chave e direcionamento para investigação em fontes especializadas. Mas não é uma fonte definitiva de conhecimento, já que retira suas informações da internet, ecossistema em que o verificável e o falso coexistem”.
O docente explica que as chamadas “alucinações”- situações em que informações falsas soam fortemente convincentes – são um risco real. Ele aponta, no entanto, que o maior risco percebido no uso incorreto da IA está em utilizar essas ferramentas para a resolução de exercícios e tarefas.
“A facilidade imediata é tentadora, mas o resultado é nefasto, porque o verdadeiro valor desses exercícios não está na resposta final, mas sim no processo mental para chegar até ela”, defende. Para Roberto, é justamente nesse processo de resolver exercícios tidos como “difíceis”, de tentativa e erro, que acontecem as conexões neurais para se desenvolver o profundo conhecimento sobre a matéria.
O professor argumenta que o aluno que utiliza dessa manobra está abrindo mão da oportunidade de aprender. “Essas conexões neurais são a razão fundamental do estudante frequentar a instituição. O ambiente acadêmico existe para desafiar o raciocínio lógico, criar resiliência intelectual e desenvolver a capacidade de resolver problemas complexos”.
Sendo assim, Roberto considera que a relevância da IA na Educação está em libertar o aluno de tarefas mecânicas organizacionais e de síntese inicial. Do contrário, o uso indevido dessas ferramentas desestimula o desenvolvimento do espírito crítico, base no pensamento científico.
“A função da IA é ser um ponto de partida, um guia inicial que deve ser incessantemente confrontado com fontes primárias e autorizadas”, diz.
Preocupação na educação básica
O pedagogo e docente do Centro Universitário UniFACTHUS, Bruno Pires, vê com bons olhos o uso de IA na Educação como ferramenta de pesquisa, desde que alunos e professores a utilizam com consciência e equilíbrio. Mas como docente também fora do ensino superior, ele tem uma especial preocupação com as consequências da inteligência artificial na educação básica.
“São crianças e adolescentes em processo de construção de identidade, como novos seres culturais. Nessa etapa é crucial o desenvolvimento da imaginação, criatividade e raciocínio crítico. Se essas ferramentas forem utilizadas excessivamente, ou mesmo de maneira indiscriminada, como já estamos verificando, esses estudantes podem deixar de exercitar suas próprias capacidades e se tornarem dependentes dessas tecnologias”.
O especialista acredita que caso não haja um bom direcionamento da IA na educação básica, haverá consequências no futuro. Por isso ele defende uma maior reflexão pedagógica, para que o professor possa desenvolver essas habilidades nos estudantes, fazendo com que eles percebam que pensar com autonomia é muito importante para o próprio desenvolvimento deles.
“As novas tecnologias podem ser aliadas, mas jamais devem substituir o processo de construção ativa para o desenvolvimento integral dos estudantes. Então seu uso precisar ser mediado e dosado pelo professor”. (Texto: Bruno Corrêa – Assessoria de Comunicação Ecossistema BRAS Educacional)