Na vida, às vezes começamos com poucas expectativas… mas com apoio, dedicação e oportunidades, podemos ir muito além do que imaginamos. 💙
João Pedro Ramos, aluno do curso de Educação Física – Bacharelado da UNIBRAS Montes Belos, iniciou sua trajetória acadêmica de forma tímida, sem grandes perspectivas. Porém, desde o início, a coordenadora do curso, Profª. Esp. Elaine Cristina dos Santos, enxergou nele um enorme potencial.
Com o apoio fundamental da intérprete Milva Mendes, que o acompanha desde o segundo período, João Pedro passou a explorar um novo universo: o da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da comunidade surda. Esse contato foi transformador — não apenas na comunicação, mas em toda a sua forma de ver o mundo.
Foi também nesse caminho que ele conheceu o futsal para surdos, onde encontrou uma nova paixão e uma oportunidade de crescimento. ⚽
Durante um evento, João Pedro foi descoberto por olheiros e convidado a integrar a Seleção Brasileira de Surdos. A partir daí, sua história ganhou novos horizontes: viagens internacionais, participação em campeonatos nacionais e internacionais e a conquista de diversas medalhas. 🏅🌍
Hoje, no sexto período do curso, João Pedro é um exemplo de superação, dedicação e evolução. Participa ativamente das aulas, desenvolveu significativamente seu potencial cognitivo e, acima de tudo, tornou-se um agente de transformação dentro da sala de aula.
Sua presença contribui diretamente para o crescimento dos colegas, promovendo a inclusão, o respeito e a troca de conhecimentos. Ele nos mostra, todos os dias, que aprender e ensinar ultrapassa qualquer barreira — inclusive a da comunicação.
💬 João Pedro não apenas constrói sua própria história, ele inspira todos ao seu redor.
Mídias geradas por inteligência artificial com fatos falsos e rápida difusão têm sido desafio nas esferas pública e privada
Em tempos de redes sociais, inteligência artificial, ativismo digital intenso e forte circulação de informações e narrativas, separar o que é real do que de fato é falso pode ser difícil. O fenômeno do deepfake – imagens, vídeos ou áudios criados por inteligência artificial com conteúdo super-realista – tem avançado de maneira impressionante, dificultando ainda mais a checagem de fatos.
Se antes um pouco de esforço era suficiente para discernir a realidade de conteúdos falsos, agora o avanço da inteligência artificial tem exigido mais esforço para fazer essa separação, e mesmo especialistas em tecnologia e comunicadores tem tido uma maior dificuldade nesse sentido. Com o deepfake, a realidade pode ser manipulável em alguns comandos e as consequências são quase imediatas.
De perfis de instituições a celebridades e políticos, as vítimas do deepfake têm sofrido consequências pessoais ou institucionais, profissionais e de reputação graves. O fenômeno de compartilhamento rápido nas redes é o catalizador para que campanhas mal intencionadas atinjam seus objetivos com facilidade. Para tentar reverter esses prejuízos, as vítimas buscam a justiça, que geralmente não responde a tempo.
O pedagogo e docente da UniBRAS Digital, Rafael Cardoso, explica que é papel da Educação alertar as pessoas contra a existência de informações falsas, e despertar nelas a busca pelo conhecimento autêntico, científico e crítico. Ele também faz um paralelo com o mito da caverna de Platão, em que no cenário que muitos assimilam notícias falsas como verdade, todos querem criar sua própria informação.
“Dentro do contexto escolar, é importante separar o que é informação do que é conhecimento. As novas tecnologias bombardeiam as pessoas com novas informações de forma instantânea, mas elas nem sempre são verídicas. Nem tudo que chega de informação ao indivíduo é real. Então é preciso instigar nele a busca por uma base de dados confiável”, defende.
Para o pedagogo, as instituições de ensino têm o papel de trabalhar a temática das notícias falsas em todos os níveis, desde a educação básica até o ensino superior. O foco deve ser no gerenciamento das informações, inclusive no seu compartilhamento. “A própria comunidade acadêmica tem um papel fundamental de ajudar na construção de informações reais, fazer com que o que é compartilhado seja verídico”.
Esse cenário em que a tecnologia se torna uma colaboradora na disseminação de informações falsas é um paradoxo no sentindo de que novas formas de conhecimento deveriam ser aliadas na construção de uma sociedade mais justa e consciente, e não o contrário. Quando as instituições, a ciência, o trabalho, a democracia e os valores humanos são prejudicados, é necessário reverter o processo com mais Educação.
Para isso, educar as pessoas sobre como melhorar suas fontes de informação, buscar embasamento de dados, verificar a veracidade dos fatos e filtrar os conteúdos recebidos é essencial. Por isso, conhecer quais são os tipos de fake news mais comuns, identificá-las e aprender a checá-las manualmente é o caminho para reverter o processo. Abaixo você pode verificar mais sobre essas habilidades.
O que são os deepfakes?
O deepfake é um recurso de mídia criado por inteligência artificial, com traços hiperrealistas, de maneira quase impossível em determinar sua veracidade sem auxílio profissional. Podendo ser arquivos de foto, vídeo ou áudio, essa ferramenta tem sido utilizada de forma abrangente para difamar e prejudicar a reputação de figuras públicas, ou produzir fatos inverídicos como insumo para notícias falsas.
No geral, o deepfake tem sido amplamente utilizado para fins políticos, prejudicando candidatos ou grupos políticos inteiros, e gerando ampla mobilização digital. Quando utilizados em momentos críticos de campanhas, seus danos podem ser catastróficos e muitas vezes irrecuperáveis.
Com eleitores muitas vezes em processo de decisão de voto, e a justiça naturalmente sendo mais lenta que o ambiente digital, com forte apego aos ritos do direito, torna-se dificil reverter os prejuízos das campanhas de deepfake. Esse panorama tem estimulado discussões sobre atuação profissional, criminal e cidadã na justiça eleitoral e das plataformas digitais.
No entanto, o deepfake não tem efeito somente no mundo político, com instituições, celebridades e mesmo pessoas não públicas sofrendo consequências de campanhas de difamação e vingança. Muitas mulheres, em especial, tem sido vítimas de vídeos que simulam nudez ou conteúdos eróticos, dos quais elas nunca produziram.
Entre esses conteúdos sexualmente explícitos produzidos por plataformas geradoras de mídia falsa há também o fenômeno do revenge porn – ou pornografia de vingança em português – que é quando alguém divulga conteúdos eróticos daquela pessoa sem sua autorização, com o objetivo de prejudicá-la. Os deepfakes facilitaram isso, já que não é mais preciso ter mídias reais em mãos: se pode produzí-las digitalmente.
Como fazer a checagem de fatos?
Com mídias hiperrealistas, identificar fatos falsos tem sido uma tarefa difícil para pessoas comuns, profissionais de comunicação e tecnologia, e plataformas digitais. Os prejuízos do fenômeno deepfake tem pressionado instituições a criarem políticas eficazes de identificação desses conteúdos, e também estratégias para evitar seu compartilhamento em massa e mitigação de danos.
Autoridades governamentais e da área da justiça têm sido fortemente demandadas por estratégias de rápida reversão e preservação da reputação e segurança física e mental das vítimas. As discussões sobre a temática têm se acumulado na esfera pública, com amplo histórico de casos de cooperação e omissão das plataformas digitais, instituições centrais nesse debate.
Mas não é necessário ser especialista no tema para conseguir fugir dos conteúdos falsos, já que há recursos e estratégias eficientes para se informar com qualidade e não se deixar levar por conteúdos fantasiosos. A primeira recomendação, claro, é sempre se informar por fontes oficiais e portais de confiança, onde a notícia e checada por profissionais.
É importante também desconfiar de fatos muito atípicos ou extraordinários, e fazer essa checagem nos buscadores e nos portais de notícias. Uma pequena busca no Google pode ser suficiente para encontrar uma checagem de fatos de algum veículo da imprensa, de sites de checagem ou mesmo do próprio Google. Além disso, se a notícia for real, ela com certeza estará nos jornais mais renomados.
Pode ser mais complicada a checagem quando o fato chega em formato de notícia. Nesse caso, é necessário se ater a fonte dessa informação. Se vier de um portal de notícias, questione se esse portal é conhecido ou de confiança, e fazer uma busca de notícias no Google também funciona. Repare também na data da publicação, já que notícias antigas podem ser usadas como falsas fora de contexto.
Outro fator que conta bastante é a ortografia, já que portais de notícias falsas não tem checagem de profissionais da imprensa, podendo assim conter erros. Ambientes como grupos de WhatsApp, Telegram ou outras redes também são altamente desconfiáveis, já que são as plataformas preferidas por grupos mal intencionados para compartilhar fatos inverídicos.
Para os deepfakes também é possível verificar a qualidade da mídia. Se for vídeo ou foto, cheque se a imagem é de qualidade. Nos casos de vídeos, verifique se os movimentos parecem reais ou mais robóticos. Muitas tecnologias de IA também podem gerar imagens humanas com distorções curiosas, como dedos ou braços a mais. A boca também nem sempre se move de maneira adequada.
Se o conteúdo tiver áudio, também é possível checar se a voz parece de acordo com a pessoa retratada ou está diferente, ou ao menos robótica ou metalizada. Em vídeos de deepfake é comum haver um descompasso entre o que é falado e o movimento da boca. Os olhos também podem não parecer naturais, e a pessoa retratada não pisca ou pisca menos que o normal. As emoções também podem não transmitir realidade.
Um último fator chave pode ser estar atento ao ambiente em que o personagem do deepfake está inserido. Como a inteligência artificial é desenvolvida com foco em dar vivacidade aos personagens humanizados, muitas vezes ela pode negligenciar o que está ao lado dessa pessoa, com ambiente borrado ou de pouca qualidade, e cores, luzes e sombras que não são muito fiéis à realidade
Ferramentas aliadas
Às vezes uma simples busca ainda pode nos deixar com a pulga atrás da orelha, mas ferramentas elaboradas por especialistas de imprensa e tecnologia são forte aliadas nesse processo. É claro que elas podem demandar mais tempo e disponibilidade, mas para quem busca a realidade esse esforço vale a pena.
De início existem os portais especializados em checagem de fatos, como a Agência Lupa, o Aos Fatos, o Projeto Comprova e o Fato ou Fake do portal G1. Esses sites contam com uma equipe especializada em checagem de fatos em tempo real, com foco no combate às notícias falsas e principalmente na rápida difusão desses conteúdos pelas redes.
Há ainda ferramentas que usam mecanismos mais sofisticados, como o Google Fact Check Tools e o Archive.org, ambos com recursos que podem ser utilizados tantos por profissionais quanto o leitor não especializado. Essas ferramentas utilizam engenharia de busca e menções para conseguir rastrear campanhas de desinformação no ambiente digital.
Mas se o seu foco for buscar pela veracidade de mídias do ponto de vista mais técnico, ferramentas de rastreio desses vídeos podem ser muito válidos, como o InVID e o OsoMeNet. Elas buscam tendências de compartilhamentos de mídia em redes como o TikTok, Instagram e sites dos mais variados perfis.
Já com foco no rigor técnico das deepfakes, ferramentas como o Deepware Scanner e o Screen App conseguem identificar padrões identificadores de uso de inteligência artificial e insconsistências técnicas nas mídias analisadas. Por último, há o FactFlow AI, que usa a inteligência artificial para cruzar fatos com fluxos de busca e postagens na internet, facilitando a identificação de fatos e narrativas falsas. (Texto: Bruno Corrêa – Assessoria de Comunicação Ecossistema BRAS Educacional).
Ferramentas de organização de tópicos e ideias centrais podem ser aliados de quem busca simplificar a rotina de estudos
Para quem deseja ter uma rotina de estudos de alto rendimento, buscar métodos que facilitem a aprendizagem e ao mesmo tempo sejam práticos é fundamental. Uma das maneiras de manter as demandas bem estruturadas e captar os pontos mais importantes da matéria são os organogramas e mapas mentais. Com uma organização de conceitos básica, pode-se acessar com facilidade um conteúdo antes complexo.
Do ponto de vista pedagógico, os organogramas e mapa mentais já são conhecidos por seus benefícios. A memória voltada para o visual, o reordenamento de um conteúdo antes linear para um dispositivo mais fluido, e o acesso a esse conteúdo com grande facilidade são conhecidos por estudantes e professores em todos os níveis do ensino.
O pedagogo e docente do Centro Universitário UniFACTHUS, Roberto Campos, explica que, em sua experiência lecionando língua inglesa, a estratégia dos organogramas e mapas mentais são aproveitadas pelos próprios autores de livros didáticos, principalmente no ensino de vocabulário.
“Um exemplo claro é a abordagem temática dos ‘meios de transporte’, em que se parte de um ponto central dessa designação, e se expande para categorias como ‘terrestres’, ‘aquáticos’ e ‘aéreos’. Alguns estudantes demonstram se beneficiar consideravelmente dessa metodologia”, argumenta.
Mas ele é direto em expor que essa não é uma experiência universal. Roberto destaca que embora há que reconhecer a eficácia dessas ferramentas para algumas pessoas, ainda não há certeza se esses estudantes são a maioria. “Sei que a eficácia não é totalmente alcançada com as mesmo grau de sucesso para todos”, explica.
Por que os organogramas e mapas mentais podem facilitam os estudos?
Os estudos e teorias que evidenciam as vantagens do uso de organogramas e mapas mentais para a rotina de estudos de uma parcela dos estudantes são variados, e trazem aspectos interessantes sobre como se dá nosso processo de aprendizagem. Basicamente, esses dispositivos podem despertar nossa mente para uma série de gatilhos, fazendo com que o ato de estudar seja mais simples, e prologando nossa capacidade de memória.
Esses estudos estão muito centrados no campo da psicologia cognitiva, que tem por objetivo investigar os métodos que nosso cérebro utiliza para processar e armazenar informações. É justamente nessa área que surge a Teoria da Codificação Dual, do psicólogo e pesquisador canadense Allan Paivio.
Publicada pela primeira vez em 1971, essa teoria propõe que o cérebro humano utiliza dois sistemas distintos para processar informações, sendo um verbal, com uma configuração linear e sequencial, e outro não verbal ou visual, com incidência sincrônica e espacial. Juntos, a interação desses dois sistemas pode reforçar a capacidade de memorização.
Dessa forma, se há uma associação visual com alguma palavra ou conceito, a chance de esquecê-la é menor. É nesse processo que os organogramas e mapas mentais tem seu protagonismo, já que podem facilitar essa associação visual ao conteúdo estudado. Em outras palavras, ler o texto e organizar seus ponto-chave em um mapa de conceitos pode potencializar os rendimentos da rotina de estudos.
Essa capacidade de associar textos a figuras é o que faz com que organogramas e mapas mentais sejam tão utilizados por alunos e docentes. E vai além: para Paivio, quando um estudante “decifra” um texto e o “traduz” num mapa mental, ele está exercitando os dois canais simultaneamente. O resultado são rendimentos muito mais robustos do que só reler o texto.
Além disso, os organogramas e mapas mentais também podem criar uma relação direta entre os conceitos estudados, estabelecendo uma hierarquia entre eles. Isso faz com que a carga cognitiva utilizada no processamento desses conceitos seja muito menor, o que possibilita a memorização dos conteúdos por um tempo maior.
Essas ferramentas de estudo também se relacionam com outra teoria bastante conhecida na psicopedagogia: a da aprendizagem significativa, do psicólogo americano David Ausubel. Seguindo seus estudos, há benefícios na aprendizagem quando as novas informações que recebemos ao estudarmos se relacionam com outros conhecimentos prévios.
Assim, quando além de se fazer a leitura de um texto, se adiciona também um mapa mental, com a devida hierarquia e ligação entre os principais itens, isso tende a reforçar a memória e aumentar a produtividade da rotina de estudos.
Como fazê-los?
O organogramas e mapas mentais consistem em basicamente sintetizar as ideias centrais do conteúdo, e os reorganizar de maneira escalonada. Como a ideia é justamente simplificar essas informações, é muito importante que essa ferramenta seja construída de maneira ordenada, com traços legíveis e hierarquização sem grande complexidade.
A primeira tarefa para os organogramas e mapas mentais é definir os temas centrais. A partir disso, inicia-se suas ramificações, com as informações separadas por tópicos e grupos. No geral, quanto mais “limpo” um mapa mental estiver no quesito organização, mais fácil será revisar seu conteúdo, e consequentemente mais fácil também memorizá-lo.
Considerando o caráter de memória fotográfica dos organogramas e mapas mentais, também pode ser interessante separar esse tópicos por cores e adicionar figuras – em caso de fazê-los digitalmente. É crucial ainda separar os itens por palavras-chave, evitando qualquer tipo de texto longo.
Em optar por construí-los digitalmente, é possível utilizar ferramentas como Lucidchart, Miro ou Canva. A vantagem dessas plataformas é justamente o poder de sintetizar ideias de forma complexa sem a preocupação como limitação de espaço físico, além de todo o rigor estético. (Texto: Bruno Corrêa – Assessoria de Comunicação Ecossistema BRAS Educacional)
O compromisso com a transformação social moveu o Centro Universitário UniBRAS Montes Belos na última sexta-feira (30). Durante o Dia de Responsabilidade Social, realizado na Feira Coberta dentro do projeto Deputados Aqui, coordenadores e estudantes da instituição atuaram diretamente no atendimento à população, oferecendo serviços gratuitos e reforçando o papel da educação na promoção da cidadania.
O evento também foi marcado por um reconhecimento oficial ao impacto da instituição na região. A professora Sanmia Shun, Reitora do Centro Universitário, foi homenageada pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás com o Certificado de Mérito Legislativo, um reflexo do trabalho contínuo da unidade em prol do desenvolvimento regional.
Para a Reitora, o certificado simboliza a força de um projeto construído a muitas mãos:
“Esse reconhecimento reforça o que nos guia diariamente: a educação como ferramenta de justiça social e desenvolvimento humano. Divido essa honra com nossa equipe de coordenadores, professores e colaboradores, além da confiança de cada estudante. É esse esforço coletivo que nos permite fazer a diferença em São Luís de Montes Belos, formando profissionais que são, acima de tudo, seres humanos éticos e comprometidos com sua comunidade.”
Ao integrar ações práticas de serviço à comunidade com o reconhecimento institucional, o Centro Universitário UniBRAS Montes Belos reafirma seu propósito de ir além da sala de aula, atuando como um pilar de apoio e desenvolvimento para toda a sociedade.
Na vida, às vezes começamos com poucas expectativas… mas com apoio, dedicação e oportunidades, podemos ir muito além do que imaginamos. 💙 João Pedro Ramos, aluno do curso de Educação Física – Bacharelado da UNIBRAS Montes Belos, iniciou sua trajetória acadêmica de forma tímida, sem grandes perspectivas. Porém, desde o início, a coordenadora do curso, Profª. Esp. Elaine Cristina dos Santos, enxergou nele um enorme potencial. Com o apoio fundamental da intérprete Milva Mendes, que o acompanha desde o segundo período, João Pedro passou a explorar um novo universo: o da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da comunidade surda. Esse contato foi transformador — não apenas na comunicação, mas em toda a sua forma de ver o mundo. Foi também nesse caminho que ele conheceu o futsal para surdos, onde encontrou uma nova paixão e uma oportunidade de crescimento. ⚽ Durante um evento, João Pedro foi descoberto por olheiros e convidado a integrar a Seleção Brasileira de Surdos. A partir daí, sua história ganhou novos horizontes: viagens internacionais, participação em campeonatos nacionais e internacionais e a conquista de diversas medalhas. 🏅🌍 Hoje, no sexto período do curso, João Pedro é um exemplo de superação, dedicação e evolução. Participa ativamente das aulas, desenvolveu significativamente seu potencial cognitivo e, acima de tudo, tornou-se um agente de transformação dentro da sala de aula. Sua presença contribui diretamente para o crescimento dos colegas, promovendo a inclusão, o respeito e a troca de conhecimentos. Ele nos mostra, todos os dias, que aprender e ensinar ultrapassa qualquer barreira — inclusive a da comunicação. 💬 João Pedro não apenas constrói sua própria história, ele inspira todos ao seu redor. Profa. Esp. Elaine Cristina dos Santos
A produção científica do Centro Universitário UniBRAS Montes Belos acaba de romper fronteiras e alcançar as páginas de uma das mais prestigiadas publicações científicas dos Estados Unidos. Os médicos veterinários Aryelle Skarllat Monteiro Barbosa e Gabriel Monteiro Barbosa, egressos da turma de 2025, celebraram a publicação de seu artigo na revista norte-americana Case Reports in Veterinary Medicine, do renomado grupo editorial Wiley. O estudo é fruto de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que transformou um desafio clínico real em conhecimento global, reafirmando o compromisso da instituição com a excelência acadêmica.
O trabalho destaca a complexidade e o sucesso de uma intervenção cirúrgica ortopédica em uma cadela Husky Siberiano. O caso, acompanhado pelos então estudantes em São Luís de Montes Belos, exigiu alta precisão técnica e um olhar clínico humanizado, já que a paciente enfrentava fraturas graves e um quadro delicado de saúde. A trajetória da dupla — desde o centro cirúrgico até a redação do TCC — demonstra a força da formação prática oferecida pela UniBRAS, que prepara seus alunos para solucionar desafios reais com rigor científico.
O impacto da publicação foi tão significativo que atravessou fronteiras acadêmicas: após o destaque internacional, Aryelle e Gabriel foram convidados pela Open Veterinary Journal, outra importante revista científica global, para integrar seu corpo de revisores. Hoje, os egressos da UniBRAS atuam diretamente na avaliação científica de novos trabalhos submetidos à revista, participando ativamente do seleto grupo de profissionais que validam a produção científica mundial na área da Medicina Veterinária.
Para a UniBRAS, ver profissionais recém-formados alcançarem o posto de avaliadores internacionais é o maior testemunho da qualidade de nosso ensino. O sucesso de Aryelle e Gabriel é motivo de orgulho para toda a comunidade acadêmica e inspira futuros profissionais a transformarem seus estudos em contribuições de relevância global. Convidamos todos a conferirem este trabalho que abriu portas para o mundo pelo link: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1155/crve/4144812
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